Programa nacional investe em robótica, tecnologia e ciência prática para transformar a sala de aula.
Por: Redação do Jornal
Data:27 de Julho de 2026
Criado pelo Decreto Federal nº 12.049/2024, o programa Mais Ciência na Escola foi desenvolvido para levar letramento digital, robótica e educação científica prática para o ensino público.
A proposta utiliza a metodologia STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), substituindo as aulas tradicionais de memorização pela cultura maker ("mão na massa").
Para isso, as escolas recebem Laboratórios Maker equipados com:
Impressoras 3D e cortadoras digitais.
Kits de robótica, sensores e placas reprogramáveis.
Computadores para programação e ferramentas de montagem.
Investimento Total: Cerca de R$ 100 milhões em âmbito nacional.
Origem dos Recursos: Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operado pelo CNPq e pela FINEP.
Uso da Verba: Aquisição de maquinário, compra de insumos para as oficinas e pagamento de bolsas de incentivo científico.
O programa funciona por meio de uma grande rede de cooperação pública:
Nível Nacional: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Educação (MEC) e CNPq.
Coordenação na Bahia (Rede STEAM Bahia): Instituto Federal da Bahia (IFBA).
Parceiros Acadêmicos no Estado: UFBA, UFRB, UFOB, UFSB, UNIVASF, UNEB, UEFS, UESC e Fiocruz Bahia.
Gestão Local: Secretarias Municipais de Educação (SEDUC) e Prefeituras.
Sete escolas da cidade de Lauro de Freitas foram oficialmente contempladas em um prestigiado edital de incentivo científico. A conquista abrange uma instituição da rede estadual e seis unidades municipais, marcando um avanço significativo para a educação do município.
Entre as seis selecionadas, a escola Gregório Pinto de Almeida destaca-se por sua participação no edital promovido no ano de 2024. A iniciativa é fruto de uma cooperação entre o ministério da ciência, Tecnologia e Inovação e a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz)